Aos 34 anos, Neymar anunciou que não vai mais vestir a camisa da Seleção Brasileira. A decisão foi confirmada pelo próprio jogador na última terça-feira, dia 28 de julho, pouco depois da vitória do Santos sobre o Universidad Central, e marca o fim de um ciclo de 16 anos com a Amarelinha.
Uma carreira de números expressivos
Ao longo de sua trajetória pela Seleção, Neymar disputou 130 partidas, marcou 80 gols e deu 58 assistências, números que o colocam entre os maiores artilheiros da história do futebol brasileiro. Ele esteve presente em quatro Copas do Mundo, mas nunca conseguiu erguer a taça mais cobiçada do futebol mundial com a camisa do Brasil.
Os títulos e a Copa que faltou
Apesar de não ter conquistado uma Copa do Mundo, Neymar levantou taças importantes pela Seleção: a Copa das Confederações de 2013 e o histórico ouro olímpico conquistado no Rio de Janeiro, em 2016, primeira medalha de ouro do Brasil na modalidade.
A decisão após a eliminação na Copa de 2026
O anúncio vem poucas semanas depois da eliminação do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Em entrevista, Neymar foi direto sobre o momento de encerrar seu ciclo pela Seleção: “Meu momento na seleção já foi. Fiz história e fui muito feliz.”
Com 38 anos na próxima Copa do Mundo, em 2030, o próprio jogador reconhece que não seria realista imaginar uma nova convocação nessa idade, disputando um posto que já vem sendo direcionado para uma nova geração de atacantes.
O que vem agora: possível jogo de despedida
Segundo apurado pela imprensa esportiva, a CBF já estuda organizar uma partida de despedida em homenagem a Neymar com a camisa da Seleção Brasileira, embora ainda não haja data definida para o evento. A ideia é marcar oficialmente o encerramento da passagem de um dos jogadores mais importantes da história do futebol nacional.
O futuro da Seleção
A saída de Neymar reforça o movimento de renovação anunciado pela comissão técnica após a Copa de 2026, que já sinalizou a intenção de apostar em uma nova geração de jogadores de olho no ciclo da Copa de 2030. Independentemente de títulos, o legado de Neymar como um dos maiores ídolos da Seleção Brasileira das últimas décadas está consolidado.



